A impressão é que tudo está se esvaindo. A montanha, com sua beleza sólida e impenetrável, é apenas um espectro escondido atrás de uma bruma espessa, enquanto as nuvens escorrem do céu como se fossem vítimas da própria leveza. Nas telas de Marina Saleme, o mundo é um lugar movediço e evanescente, uma paisagem tão frágil que parece prestes a desmoronar.