Quando a Noruega eliminou o Brasil, no último domingo (5), uma estatística explodiu na tela: apenas 34% de posse de bola, a menor da seleção em uma Copa do Mundo desde ao menos 1966 (primeiro ano com dados medidos pela Opta). É um número tão ruim que ofuscou outros que avalio como tão ruins quanto esse. Leia mais (07/07/2026 - 20h32)