Um abraço tão violento que pode asfixiar, o amor que se expressa pelo prisma da mais brutal violência, está no centro do ringue. Uma performance do artista Gian Gigi Spina que acontece nesta semana no Rio de Janeiro leva para o centro do ringue de jiu-jitsu um corpo a corpo ambivalente, a vontade tóxica de estar juntos, dolorosa e aflitiva a ponto de querer esmurrar quem está perto de nós, e também beijar, lamber, atravessar. Leia mais (06/22/2026 - 09h10)