Pedro Ortaça não pedia bexiga pra patrão nem pra milico, não era pelego e tampouco tirava chapéu para rico. Ele cantava sobre o peão de estância esquecido, o trabalhador oprimido, o homem negro, os povos indígenas, o gaúcho para além de idealizações. Leia mais (06/30/2026 - 17h14)