Na comunidade rural quilombola de Nova Esperança, na cidade de Baraúna (RN), a agricultora Sueli Bessa, de 39 anos, recorda que, na infância, o cheiro da goiaba tomava conta do lugar. No entanto, os períodos secos ficaram cada vez mais frequentes e a fruta não aparece como antes. Sueli é uma das lideranças comunitárias que participa até este domingo (14) do encontro nacional das mulheres quilombolas, no Gama (DF), que colocou a justiça climática como um dos temas principais.