É estranho nascer, crescer e viver em um país como o Brasil. A cada novo dia sinto que defender a dignidade humana é visto como um posicionamento "ideológico" questionável, e não um mínimo princípio ético. Como se reivindicar que as pessoas vivam sem fome , sem medo, sem abandono do Estado ou sem violência estrutural fosse apenas mais uma opinião política dentro do mercado eleitoreiro, e não um princípio básico de convivência.