Às 7h da quarta-feira (10), o despertador da professora Gabriela Garcia, 43, voltou a tocar. Ela levantou o banco para se sentar, tirou seu laptop de uma mochila preta e enviou um link aos alunos para mais um dia letivo. Era sua sexta noite na fila por gasolina , em La Paz, e o quarto dia de aulas dentro do carro.