Desde que nascem, crianças sentem e imaginam o mundo. Somos nós, adultos, que costumamos não dar ouvidos e espaço a essas vozes, impedindo-as de fazer e de compartilhar suas ideias com o planeta. E é exatamente nas infâncias como um tempo de agência e protagonismo que o Alana decidiu apostar há mais de três décadas, para superar este "adultocentrismo".