Não é normal ministro do STF fazer piada homofóbica com governador de estado, nem chamar o sotaque mineiro de "dialeto próximo do português", "uma língua lá do Timor Leste". Ou chamar ex-procurador-geral da República de "bêbado" e "inimputável", ou decidir com base na frase "parlamentares da Assembleia recebiam mesada do jogo do bicho". Nem ministro do STJ , cujo filho advogado atua em tribunais superiores, dizer "Brasília está ficando difícil", "todo mundo vendendo voto por aí, Brasil afora". Leia mais (05/06/2026 - 18h11)